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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Ceni faz seu 6º gol no 'freguês' Fábio, mas admite que não viu pênalti

No encontro com um velho 'freguês', novamente Rogério Ceni levou a melhor. Na noite desta quarta-feira, o capitão são-paulino anotou o seu sexto gol no goleiro Fábio, durante a vitória por 2 a 0 sobre o Cruzeiro, em Uberlândia.

Ao deixar o campo, Ceni admitiu que não houve pênalti no lance que originou o 92º gol da sua carreira, em 938 partidas.

“De onde eu estava achei que foi fora da área. Estou certo?”, perguntou aos repórteres na saída do campo. “Foi pelo lado de fora da linha da área e fiquei na dúvida na hora.”

O árbitro Nielson Nogueira Dias errou feio ao assinalar a penalidade sobre Ricardo Oliveira. A falta de Edcarlos sequer aconteceu e, para piorar, o lance foi fora da área.

“Erros acontecem, assim como o juiz poderia ter expulsado o Gilberto no primeiro tempo. Ele não é um jogador maldoso, mas a entrada dura que deu no Lucas era passível de vermelho. Fiquei surpreso com o pênalti. De onde eu estava favorecia para ver a linha. De onde o juiz estava, talvez não”, completou.

Os outros gols do camisa 1 tricolor sobre o cruzeirense Fábio ocorreram em 2006, quando superou o goleiro por três vezes, e em 2005. Em 2003, o rival ainda defendia o Vasco, e Ceni balançou a rede uma vez.


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Após vitória, Rogério se rende a Carpegiani: 'É diferenciado'

Depois de mais uma vitória, a quinta em seis jogos sob o comando de Paulo César Carpegiani, o treinador são-paulino foi ovacionado pelo maior ídolo do clube, o goleiro e capitão Rogério Ceni. Tão logo a vitória sobre o Cruzeiro por 2 a 0, nesta quarta-feira, se confirmou e Ceni começou a elogiar o chefe.

- Não gosto dar tanto mérito para o treinador. Mas tenho de tirar o chapéu para o Carpeginai. Esotu em fim de carreira e não preciso puxar saco de ninguém. Mas o cara é difernciado. Ele é mais que meu treinador. É um amigo meu - declarou o camisa 1 do Sampa, que, diante da Raposa, marcou de pênalti seu 92º gol da carreira.
Rogério também fez elogios à equipe que, na quinta colocação atualmente, ainda briga por título e por uma vaga na Libertadores.

- Temos um posicionamento, já combinamos. Cada um ocupa seu espaço. Meu time é bom, tem talento. É ousado - disse o capitão.

Rogério também lamentou os outros resultados da rodada, que impediram o Tricolor de estar mais perto dos líderes. À frente do Sampa, o Corinthians venceu o Avaí por 4 a 0 e o Botafogo, o Atlético-GO, por 3 a 2. Ele não trabalha com outro resultado que não a vitória, no clássico contra o próprio Corinthians, no próximo domingo, no Morumbi.

- Resultados não foram bons para a gente, todo mundo junto ganhou. Contra o Corinthians, precisamos dos três pontos - definiu Ceni.


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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Rogério Ceni: 'Quero a vaga e vencer o Corinthians'

O sonho de obter uma vaga na Copa Libertadores ainda está vivo para os são-paulinos. Porém, este não é o único objetivo do clube. Assim como Alex Silva, que durante a semana admitiu que deseja atrapalhar o pentacampeonato do Corinthians, o goleiro Rogério Ceni também mira o Timão.

- Tenho dois objetivos: ganhar a vaga da Libertadores e ganhar o jogo do Corinthians, assim como quero ganhar do Cruzeiro e de qualquer um. Vencer e atrapalhar o Corinthians? Espero que atrapalhe, pois eles estão brigando com a gente e temos perdido nos últimos três anos. Tenho de ganhar meu jogo contra o rival, agora atrapalhar? Cada um que faça o seu melhor, vamos tentar as seis vitórias, inclusive contra o Corinthians - disse o jogador.

Nesta quinta-feira, na vitória por 2 a 1 contra o Altlétio-PR, o goleiro completou 700 jogos como capitão do Tricolor. Com a experiência de já ter levantado um título da Libertadores, em 2005, Ceni não cogita desistir da briga pela vaga.

- Espero que consigamos vencer os próximos cinco jogos. É dificil, mas quem sabe ainda dá para beliscar uma terceira vaga. É dificil, mas vamos tentar - disse.


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Mais uma marca importante para Ceni: 700 jogos como capitão tricolor

Atingir marcas expressivas não é nenhuma novidade para Rogério Ceni. E nesta quinta-feira, contra o Atlético-PR, o camisa 1 do São Paulo chegará a mais uma: será a 700ª partida como capitão tricolor. Isso corresponde a nada menos do que 74,% dos 936 jogos que disputou pelo clube.

- Nunca pensei nisso. O objetivo era jogar futebol e ser capitão aconteceu com o tempo. É surpreendente saber que são 700 jogos como capitão - disse Rogério Ceni ao site oficial do clube.

Rogério Ceni é o jogador com maior número de partidas disputadas pelo São Paulo, com o maior número de títulos oficiais conquistados, maior artilheiro do clube na história da Taça Libertadores da América e recordista de minutos sem tomar gols no Campeonato Brasileiro (988).

Os recordes se estendem para longe do Morumbi. Afinal, Rogério é o maior goleiro artilheiro do mundo. A experiência em campo é fundamental na hora de ajudar os companheiros. A liderança sai naturalmente para o capitão.

- Sempre é importante levar aquela palavra de incentivo e motivação. Tentar deixar o atleta mais concentrado em campo. Capitão é um jogador como outro qualquer, com voz ativa, que pode servir de exemplo para que as demais pessoas sigam e acompanham seu raciocínio. Mas tem direitos e deveres como os demais companheiros do grupo.


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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

São Paulo vai tentar ajudar Carlos Roney com prótese

Por intermédio do goleiro Rogério Ceni, o São Paulo vai tentar ajudar o garoto Carlos Roney a conseguir as próteses para suas pernas, amputadas quando ele tinha um ano de idade por conta de uma meningite. A ideia é trazê-lo para São Paulo.

A diretoria do clube ficou comovida com a história do garoto cearense, que entrou em campo neste domingo, antes do confronto com o Ceará, nos ombros de Rogério Ceni. O capitão bateu bola com Roney, que é goleiro e se destaca ainda mais por jogar contra crianças que têm as pernas. Ele conheceu todo o elenco são-paulino.

– Foi uma emoção muito grande para mim. O Rogério me disse que eu pego muita bola – afirmou Roney.

– É muito importante ver que, mesmo com todos os problemas, ele não desistiu dos seus sonhos. Foi maravilhoso conhecê-lo – disse Ceni.

Os minutos que antecederam a partida, aliás, foram repletos de ações de solidariedade, além da homenagem aos 70 anos do Rei Pelé, completados no último sábado. Antes do bate-bola entre Rogério Ceni e Carlos Roney, a equipe cearense entrou em campo com camisetas que faziam propaganda ao banco de doadores de medula óssea.


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