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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Abel Braga 'libera' Ricardo Oliveira para o São Paulo

Técnico do Al-Jazira (EAU), Abel Braga não vai atrapalhar a negociação de Ricardo Oliveira com o São Paulo. Depois de seis meses de empréstimo, o Tricolor tenta prorrogar o vínculo ao menos pelo mesmo tempo ou, então, até o fim de 2011. Anteriormente, também em entrevista ao LANCENET!, Abel havia revelado que pretendia contar com o atacante. Mas, nesta quinta-feira, em nova conversa por telefone, ele mudou de postura e pensou no jogador.

– Se o Ricardo quer ficar no São Paulo, não vou atrapalhar. Não quero jogador insatisfeito aqui comigo. Mas isso não depende só de mim – revelou o comandante.

Para a diretoria do Sampa, que mantém constantes conversas com os dirigentes do Al-Jazira, uma saída seria o empréstimo de jogadores. O problema é que o clube já conta com quatro estrangeiros. Além de Ricardo Oliveira, Rafael Sobis, hoje no Inter, e os marfinenses Toni e Ibrahim Diaky pertencem aos árabes. O máximo são três, mas os xeques conseguiram, no início da temporada, junto à Federação, aumentar o número de atletas do exterior. Para receber algum são-paulino no negócio, é preciso que um deles seja negociado.

– O São Paulo ainda não me ofereceu atletas, não sei de nenhum nome para negócio. Se fizeram isso, foi para os dirigentes, mas não chegou nada para mim. Ninguém me consultou em relação a esse assunto, até porque teria de esperar um estrangeiro ser vendido no fim deste ano – revelou Abel Braga.

Ricardo Oliveira é visto como uma das prioridades da diretoria para 2011. Em conversa com Carpegiani, a cúpula ouviu que ele conta com o jogador ao menos para a disputa da Copa do Brasil. Por isso os dirigentes não têm medido esforços para prorrogar o vínculo dele.

– Queremos muito que ele renove. Depende das condições de lá, que não são tão simples. Estamos tentando – afirmou o vice Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.

Envolver atletas na negociação continua sendo interesse do Tricolor, que já trabalha também com a possibilidade de dispor de uma quantia financeira para concretizar a transação. Com o aval de Abel, antes contrário, o Sampa logo pode assegurar seu primeiro "reforço".


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Ricardo Oliveira treina entre os titulares no São Paulo

Do Reffis para a equipe titular. Esta foi a evolução do atacante Ricardo Oliveira em apenas um dia no São Paulo. Antes descartado pelo técnico Carpegiani para enfrentar o Atlético-MG, o jogador, recuperado de tendinite no joelho esquerdo, tem chances de atuar no confronto deste domingo, no Morumbi. Nesta sexta-feiira, Carpa comandou um coletivo e o camisa 99 iniciou entre os 11 titulares.

O fato surpreende, já que, na última quinta-feira, o técnico Carpegiani afirmou que não iria escalar os jogadores que se recuperam de lesão para não correr o risco de prejudicá-los no período de férias. Além de Ricardo, Dagoberto (contratura muscular na coxa direita), Miranda (trauma no joelho direito) e Fernandinho (edema na perna direita) também estão em processo final de recuperação. Eles ficaram no time reserva na atividade desta sexta.

O confronto com o Galo pode ser último de Ricardo pelo Sampa caso ele seja escalado. É que seu empréstimo vence no fim do ano. O Sampa, porém, corre para tentar renová-lo e está otimista quanto ao desfecho da negociação. Ainda mais por que Abel Braga, técnico do Al-Jazira (EUA), clube ao qual Oliveira pertence, disse nesta quinta-feira, em entrevista aoLANCENET!, que libera o jogador. Abelão argumentou que não quer contar com jogador insatisfeito, já que o atacante demonstrou seu interesse em permanecer no Tricolor.

- Estamos muito otimistas e, quando o treinador dá uma declaração dessas, é claro que nos ajuda na negociação. A liberação está avançada, a dúvida fica por conta do período que ele fica. Se seis meses ou um ano - disse o diretor de futebol João Paulo de Jesus Lopes.

Além de Ricardo Oliveira, outras novidades do treino do São Paulo foram o posicionamento de Ilsinho e Jorge Wagner. A dupla foi recuada para as laterais, com Jorge na esquerda e Ilsinho, na direita. Com isso, o zagueiro Samuel, que antes estava improvisado na lateral esquerda, perdeu a posição. O time titular que treinou foi: Rogério Ceni, Ilsinho, Xandão, Renato Silva e Jorge Wagner; Zé Vitor, Jean, Carlinhos Paraíba e Lucas; Marlos e Ricardo Oliveira.


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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Ricardo Oliveira e mais dois não treinam no São Paulo

Paulo César Carpegiani não pôde treinar com o que tem de melhor nesta quinta-feira, no CT da Barra Funda. Ricardo Oliveira (tendinite no joelho esquerdo), Rodrigo Souto (dores nas costas) e Ilsinho (dores no anterior da coxa direita) ficaram no Reffis. O lateral-direito será submetido a exames para saber da gravidade.

No clássico contra o Palmeiras, Ilsinho torceu o tornozelo esquerdo e ficou afastado por um tempo. Por meio de seu Twitter, o jogador lamentou a nova lesão:

- Ai, que fase...

Quanto a Oliveira e Souto, a previsão do departamento médico do clube é que os dois voltem aos treinamentos na sexta-feira. O atacante participou apenas de parte das atividades de terça e quarta-feira, e depois foi para o Reffis. Essa mesma lesão já afastou o camisa 99 de algumas partidas.

Em seu lugar, Marlos foi utilizado no ataque. Já na vaga de Rodrigo Souto, Jorge Wagner e Zé Vitor foram testados. Na última terça-feira, Carpegiani fez elogios a Zé Vitor, dizendo que ele era o único volante de combate do elenco.

Além deles, Fernandinho segue no Reffis se recuperando de dores na perna direita. Wellington, em recuperação de uma cirurgia no joelho direito, correu em volta do campo.


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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Carpegiani quer manter Ricky e Ricardo Oliveira

O primeiro passo para a montagem da equipe do São Paulo para a próxima temporada é a manutenção de algumas peças. Richarlyson, por exemplo, tem contrato até o fim deste ano e recebeu sondagens de Fluminense, Botafogo e Palmeiras.

O técnico Paulo César Carpegiani, porém, luta por sua permanência no elenco. Agora, é a parte financeira que decidirá o futuro do camisa 20.

- Já conversei com a direção e também com ele. Uma coisa é você querer ficar com ele, outra é acertar um contrato, que depende mais da diretoria - disse.

Outro que tem vínculo apenas até o fim do ano é o atacante Ricardo Oliveira. A diretoria trabalha para mantê-lo, tentando prorrogar o empréstimo junto ao Al-Jazira (EAU).

- Pedi para a diretoria e já demonstrei que ele é um jogador importante e está nos planos. Mas são assuntos internos, que da manera como a direção está trabalhando, qualquer coisa que eu expresse pode dificultar as negociações de idas e permanências - disse.

Confira abaixo as outras prioridades de Carpa

Miranda
Tem contrato até o meio do ano que vem. O zagueiro tinha manifestado que seu ciclo no clube estava no fim. Carpegiani já pediu sua renovação.

Alex Silva e Rodrigo Souto
Ambos têm vínculo até o meio do ano que vem. Carpegiani já se antecipou e também deseja que a dupla continue.

Reforços
Carpegiani já estuda alguns nomes, mas para concretizá-los depende da vaga para Libertadores do ano que vem. Enquanto isso, mantém segredo.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Tabu em clássicos? Ricardo Oliveira 'confia no taco'

Desde que voltou ao São Paulo, Ricardo Oliveira marcou oito gols em 16 partidas – média de 0,5 por jogo. Desses, nenhum foi em clássico. Ele passou em branco diante de Santos e Corinthians. Frente ao primeiro, não deixou sua marca, mas participou diretamente de três gols. No Majestoso de domingo, é hora de o camisa 99 desencantar.

– Acho que sim (vai marcar). Vou continuar fazendo meu trabalho, meu desempenho está colaborando para somar os pontos necessários para o time. Minha função é fazer gol, mas não é algo que me preocupa. Se der passe, também vai ser igual a gol – disse, via assessoria, com exclusividade ao LANCENET!.

Questionado sobre o duelo com Ronaldo, que também tem boa média de gols pelo Corinthians, Oliveira mostrou personalidade e não titubeou na resposta.

– Espero que eu marque, aposto sempre no meu taco. Precisamos da vitória. O Morumbi é nossa casa e sempre temos de ganhar, independentemente de quem seja. Vou entrar motivado como nos outros clássicos. Nosso objetivo está próximo, temos motivos suficientes para vencer. Ainda não marquei em clássico e será muito bom – finalizou o goleador, que novamente formará dupla de frente com Dagoberto.

Desde que Carpegiani chegou, Ricardo cresceu de produção. Com o novo treinador, marcou metade dos seus gols. Isso em cinco confrontos.

Os elogios do comandante ao jogador são constantes, tanto que a diretoria, mesmo sabendo que os investimentos serão altos, já tenta prorrogar seu contrato de empréstimo – que acaba no fim do ano.

Para cair de vez nas graças da torcida, o camisa 99 tem de deixar sua marca em um clássico. Este ano, pela Libertadores, ele fez contra o Inter, este o jogo mais importante do ano.
Agora, no último duelo da sequência de três confrontos diretos, é preciso provar novamente seu poder de decisão. Para cima, Ricardo!

Bate-Bola com Ricardo Oliveira

LANCENET!: Como fazer para marcar Ronaldo no domingo? Pode dar alguma dica aos defensores?
RICARDO: Não tem dica. A atenção é a mesma, um jogador diferenciado. Ele tem sempre de ser vigiado de perto, como estamos fazendo nos jogos anteriores.

LANCENET!: Já dá para pensar em título após mais uma vitória ou ainda apenas na Libertadores?
RICARDO: Não podemos pensar no titulo, a realidade é outra. Estamos em sétimo. Temos de olhar o terceiro lugar, ali na zona de Libertadores. Se por ventura ganharmos os jogos, daí chegaremos com possibilidade, aí é outra realidade.

LANCENET!: Espera que o Morumbi esteja cheio para o Majestoso?
RICARDO: Acho que a torcida está confiante em nós. Estamos demonstrando muita vontade em campo, defendendo com muito orgulho a camisa do São Paulo e tenho certeza de que a torcida está do nosso lado neste clássico.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Feliz, Oliveira cobra diretoria tricolor: 'Eles precisam mostrar o que querem'

Ricardo Oliveira está de bem com a vida. Depois de ficar um ano escondido no Al-Jazira, dos Emirados Árabes, ele cansou de viver no ostracismo. A saudade das grandes competições, do carinho dos torcedores e o sonho de voltar a vestir a camisa da seleção brasileira o fizeram retornar para o Brasil. E, em sua segunda passagem pelo São Paulo, o camisa 99 mostra que é que nem vinho: o tempo passa e ele fica cada vez melhor.

Com o gol marcado contra o Atlético-PR, o goleador já superou sua média de gols da primeira passagem pelo clube do Morumbi, ocorrida em 2006. Há quatro anos, ele marcou seis gols em 12 partidas, média de 0,50 gol por jogo. Agora, já são oito em 15 jogos, média de 0,53. E o atacante quer mais. Quer ficar no Tricolor pelo menos por mais seis meses. Nessa entrevista exclusiva concedida ao GLOBOESPORTE.COM, ele conta da alegria de que ainda tem muita lenha para queimar e pede para a diretoria do São Paulo se posicionar sobre o interesse de mantê-lo ou não em 2011.

Sua média de gols de 2010 já superou 2006. Isso mostra que você é que nem vinho, quanto mais velho melhor?

Eu poderia falar muito sobre isso, mas prefiro mostrar dentro de campo. Estou marcando gols, me entrego demais em cada jogo. Estou feliz de ajudar a equipe. Vivo uma ótima fase, voltei a ficar em evidência. Só de ter o nome comentado para defender a seleção brasileira já é uma alegria muito grande.

Por que o seu estilo casa tão bem com o São Paulo?

É uma coisa engraçada, todos falam isso. Eu só posso dizer que me dei muito bem aqui. Me sinto em casa. A diretoria e a torcida gostam muito de mim. Sempre vi o São Paulo jogar e era um estilo ofensivo, com jogadores de elegância, como Raí, Kaká, Palhinha, entre outros. Me identifiquei demais aqui e hoje todos relacionam o meu nome ao clube.

Sua situação contratual está indefinida. No seu contrato, existe uma opção de renovação por mais seis meses, mas a verdade é que hoje, você tem apenas mais seis jogos pelo Tricolor. Como faz para não deixar que isso influencie o seu futebol?

Não é fácil. Se você não tiver cabeça boa, não segura a barra e seu rendimento cai em campo. A verdade é que sou profissional, estou muito focado no que ainda tenho de fazer nessa reta final. Sou pago para jogar e marcar gols pelo São Paulo. Não é fácil saber que posso ir embora. No âmbito familiar, fica uma interrogação e você rematricula os filhos na escola aqui em São Paulo e lá nos Emirados. O resto depois a gente vê o que acontece. Nunca escondi de ninguém que quero continuar aqui, onde me sinto feliz. Só gostaria de chegar ao fim da temporada com essa questão resolvida. Eles precisam definir isso. Não preciso procurar a diretoria. Eu já deixei claro que quero continuar, agora é com eles. Se fosse unilateral, já estaria definido, mas existem outras partes que defendem os seus direitos e eu preciso respeitar.

Você pode ter convencer os donos do Al-Jazira a permanecer?

Eu posso falar e ter liberdade de mostrar o que eu quero. Mas o meu contrato lá vai até 2013 e não vou entrar em litígio ou brigar, não sou um garoto.É claro que vou demonstrar a minha vontade. Eu tenho muita esperança de jogar pelo menos seis meses no São Paulo. Eu ficaria independente da Libertadores. Se for da vontade da diretoria, eu fico para jogar a Copa do Brasil, não tem problema.

Depois de tanto tempo longe dos holofotes nos Emirados, como se sente em mostrar que você está tão bom quanto antes?

É bom estar de volta para todo mundo ver que sou igual ao que era antes. Voltei por causa disso. Tenho 30 anos e, se fosse apenas por dinheiro, estaria lá até agora. Ainda me sinto competitivo. No mundo árabe, você treina uma vez por dia, joga uma vez por semana. Não é isso que eu quero da minha carreira. Quero disputar competições importantes, jogar pela seleção de novo, brigar por títulos, ser artilheiro e mostrar o meu valor. Eu servi a seleção por três anos e só perdi a Copa de 2006 por causa de uma contusão. Minha qualidade é a mesma de antes, mas hoje todos estão acompanhando.

Para quem não tem ideia, sua rotina lá é muito diferente?

Demais, não tem como comparar. Pela manhã, não se treina porque é um calor absurdo. Fico na praia do meu condomínio ou na piscina. Muitas vezes, você só treina à noite e vai a campo depois de ter tomado café da manhã, ter almoçado e jantado. E, se não se cuidar, engorda mesmo. Por isso que alguns jogadores quando retornam para o Brasil sofrem para entrar no ritmo aqui. Comigo isso não aconteceu porque sempre fui muito profissional. Perdi alguns jogos aqui no São Paulo por causa de uma tendinite decorrente da cirurgia que fiz no joelho. É por isso que eu gostaria de continuar por aqui. Ainda tenho fome de títulos. Se voltar ao Al-Jazira no ano que vem, posso esquecer seleção brasileira porque ninguém acompanha o que acontece por lá.

O que você pode dizer sobre o time do São Paulo? Muitos diziam que você não podia jogar junto com o Fernandão. Esse tipo de comentário te incomoda?
Sou um cara que analiso futebol. Não sei da onde dizem que eu e Fernandão não podemos jogar juntos. Isso não existe. Se você observar a minha função e a do Fernandão, é completamente diferente. O Fernando jogou comigo e o Dagoberto contra o Atlético e foi perfeito. Ele fez o meio-campo, parou a bola, chegou, chutou, deu passes, marcou, assim como eu e o Dagoberto. Essa comparação é difícil de entender, mas com o que mostramos na última partida, isso está definitivamente encerrado. Quanto ao time, estamos crescendo. Tivemos uma queda contra o Ceará, mas já demos a resposta logo na partida seguinte. Vamos brigar até o fim. Eu queria falar para você que vamos lutar pelo título, mas seria incoerente da minha parte. Mas posso te garantir que vou lutar com todas as minhas forças para que o São Paulo esteja na Libertadores no ano que vem.

Abel Braga prevê dificuldades para Ricardo Oliveira ficar no São Paulo

Como o LANCENET! revelou no último sábado, o São Paulo prepara seu plano para renovar por ao menos mais seis meses o empréstimo de Ricardo Oliveira. Mas o clube não terá vida fácil. Abel Braga, técnico do Al-Jazira (EAU), detentor dos direitos do atacante, conta com o atleta para o ano que vem. O técnico tem vínculo até maio de 2011.

– Por mim, ele não tinha nem ficado aí (no São Paulo). Nós projetamos que ele retornasse em junho, mas ele acabou ficando. Foi até algo que não agradou a nossa comissão técnica – revelou Abel, ao LANCENET!, neste domingo, por telefone.

O técnico ouviu da boca do presidente do clube que Oliveira voltará em janeiro de 2011. No entanto, não é algo que inspire confiança para Abel. No início deste ano, o treinador recebeu garantia de que teria o atacante, em julho, após ele se recuperar de lesão (no Reffis) no joelho direito. Promessa não cumprida.

Esse fato, aliado ao desejo declarado de Ricardo permanecer no Tricolor, podem ser as principais esperanças da diretoria. Uma das estratégias estudadas é a de oferecer jogadores por empréstimo. Porém, não poderá ser qualquer são-paulino.

– Os jogadores que eu gostaria de ter aqui, o São Paulo não vai querer liberar. Não vou falar em nomes, porque senão vira leilão – disse Abel.

Marco Aurélio Cunha, médico e superintendente de futebol do clube, tem boa relação com os árabes e é peça fundamental na negociação. No início do ano, ele viajou até o país para tratar a lesão do camisa 99.

Restam dois meses para o término da novela. O final será feliz para o São Paulo ou para Abel Braga?


Confira bate-bola exclusivo com Abel Braga

O São Paulo já te procurou para tratar da renovação do Ricardo Oliveira?
Ninguém do São Paulo falou comigo. Se falaram com o clube, eu não sei.

Você já falou com o presidente do clube sobre o retorno do Ricardo?
A última conversa que tive com o presidente é de que ele vai retornar em janeiro. Agora eu conto com ele para o ano que vem. Vai ser complicado o Ricardo ficar no São Paulo.

Se o presidente quer que ele volte, então é certeza que o Oliveira será seu jogador em 2011?
Não dá para ter mais 100% de certeza. Era para ele ter voltado em julho, mas não voltou. Não entendi o que aconteceu.

Você chegou a falar com o Ricardo Oliveira?
No primeiro semestre, eu liguei para ele e disse que eu queria que retornasse em junho. Ele foi muito importante para nós. Jogou muito bem aqui, mesmo estando com o joelho machucado.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Ricardo Oliveira comemora vitória e boa atuação

Ricardo Oliveira viveu várias emoções nesta quinta-feira, no jogo contra o Atlético-PR. No início da partida, fez um golaço e abriu o placar para o São Paulo. Depois, saiu irritado no intervalo do jogo com o empate do Furacão em um erro do volante Casemiro.

- A gente não pode ficar de toquinho... - reclamou.

No entanto, as coisas voltaram a ficar boas no segundo tempo. Miranda fez o segundo gol do Tricolor e o time saiu da Arena Barueri com a vitória e o sonho de disputar a Libertadores do ano que vem. Mais calmo, o atacante comemorou o resultado positivo e já citou o próximo compromisso, contra o Cruzeiro.

- A gente tem que estar feliz pelo trabalho realizado. Sabíamos que não poderíamos deixar escapar esses pontos. Não podemos comemorar por muito tempo, porque tem que pensar no proximo jogo - disse.

O jogador também explicou a sua comemoração após fazer o primeiro gol, quando ele saiu pulando em uma perna só.

- Estive conversando nesta manhã com o Junior Cesar, Fernandinho... (jogadores lesionados), e eu disse que se fizesse um gol ia comemorar em homenagem a eles. Eles estão sofrendo nesse momento dificil e estamos juntos com eles - afirmou.

Oliveira ainda mandou uma mensagem positiva para os jogadores do São Paulo, e deu a receita para o Tricolor conquistar a vaga na Libertadores do ano que vem.

- A gente tem que continuar nessa dinâmica positiva. Eu acredito que ainda temos chance. Com cinco vitórias podemos alcançar a vaga - concluiu.


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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Dupla Fernandão-Oliveira não rende, mas pode jogar junta sim, diz técnico

Sem Dagoberto, afastado por ter tomado um remédio que continha substância proibida pela Agência Mundial Antidoping, Paulo César Carpegiani escalou Fernandão ao lado de Ricardo Oliveira no ataque do São Paulo contra o Ceará no último domingo, no Castelão. Mas a dupla pouco viu a bola. O dono da casa venceu por 2 a 0 e anulou bem os atacantes do Tricolor, com uma marcação de pressão. Oliveira ainda apareceu algumas vezes na frente de Michel Alves e até fez um gol que acabou sendo anulado, mas o resultado não veio. É possível que a dupla se repita no futuro? O treinador não descartou a hipótese.

- Neste jogo eles foram muito bem marcados, não posso tirar o mérito do adversário, mas podem jogar juntos sim. Estamos bem conscientes sobre onde poderíamos ter produzido mais, e não foi somente o caso da dupla de frente. Vamos tratar de corrigir os erros de toda a equipe - explicou o comandante.

Dagoberto volta ao time nesta quinta-feira, contra o Atlético-PR, às 21h (de Brasília), na Arena Barueri. Mas Lucas, suspenso, será o desfalque do quarteto ofensivo, que será desmanchado.


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domingo, 24 de outubro de 2010

Finalizador e garçom, Oliveira diz estar mais participativo com Carpegiani

Dagoberto pinta como o jogador mais beneficiado (e badalado) desde que Paulo César Carpegiani assumiu o comando do São Paulo. De excluído, com o ex-interino Sérgio Baresi, a titular, virou o destaque nos triunfos sobre Vitória e Santos. Na sombra do camisa 25 surge Ricardo Oliveira, que participou de seis dos últimos sete gols que a equipe tricolor marcou.

No esquema ofensivo implantado pelo treinador, que varia do 4-4-2 para o 4-2-4, com Lucas e Fernandinho como pontas, o centroavante acredita que passou a ser mais acionado em campo.

“É nítido isso no time. Não tem como falar que não é, os números estão aí. A minha participação nos jogos já diz tudo. Voltei contra o Grêmio Prudente, fiz três gols e poderia ter feito cinco. Contra o Santos participei de três gols”, observou o camisa 99.

Oliveira figura no ranking de atletas que mais finalizam no Brasileirão. Segundo o Datafolha, ele apresenta uma média de 3,4 arremates a gol por partida - fica atrás do gremista Jonas (com 4,1) e do corintiano Bruno César (com 3,8).

Contra o rival da Baixada Santista, Oliveira aprimorou o lado garçom e deu dois passes para Dagoberto marcar. Ele elogiou o sistema tático de Carpegiani.

“Tem que ser desse jeito, porque o time está bem. Eu fiz gol, o Dagoberto fez gol, o Fernandinho fez gol, o Lucas finalizou. Esse posicionamento está dando certo e estamos conseguindo vencer", ponderou.

O veterano de 30 anos balançou as redes sete vezes em 13 jogos na temporada. Seu contrato com o São Paulo se encerra no fim do ano. O desejo é permanecer e não ter de retornar ao Al Jazira, dos Emirados Árabes Unidos.

Apesar de dizer que é difícil renovar o empréstimo, o goleador acredita que seguir no Morumbi pode ajudá-lo a voltar à seleção brasileira.

“Jogando aqui no Brasil, com a competitividade que existe, jamais descartaria a seleção. Se eu voltar para o mundo árabe, sim, porque lá não existe visibilidade. Vestindo a camisa do São Paulo e fazendo as coisas bem dentro de campo, jamais vou descartar. Se haverá uma chance, isso depende do treinador”, apontou.



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Ricardo Oliveira não aceita perder pontos: 'Ainda estamos no prejuízo'

A oito jogos do fim do Brasileiro, o São Paulo está com 44 pontos, na nona posição, e a dois pontos do Atlético-PR, último time na zona de classificação da Libertadores. Como ainda enfrenta equipes que estão acima na tabela (Atlético-PR, Cruzeiro, Corinthians e Fluminense), tem chances de subir rapidamente e beliscar uma vaga na competição continental no ano que vem. Mas antes tem que passar pelo Ceará neste domingo, às 16h (de Brasília, 15h local), no Castelão. Para Ricardo Oliveira, esta é mais uma das "finais" que o time paulista terá que enfrentar para sair feliz do Brasileirão.

- Não penso em perder nenhum ponto. Independentemente de jogar contra Corinthians, Fluminense e Cruzeiro. Já perdemos muitos pontos, recuperamos alguns, mas ainda estamos no prejuízo e precisamos continuar somando. Não vamos mudar o nosso foco, que é jogo após jogo. Não dá para comemorar ou lamentar o que aconteceu. O que foi positivo podemos aplicar. Contra o Ceará será uma nova final. É isso que está fazendo o nosso time jogar como está jogando, mostrando um bom futebol, com uma característica diferente. Todos têm se esforçado muito para ajudar. Os resultados estão aparecendo. Precisamos continuar nessa linha - ressaltou o atacante.

Paulo César Carpegiani vai ao Castelão para buscar a vitória com o São Paulo. Mas ao ser perguntado se o Tricolor tinha obrigação de vencer pelo fato de o adversário estar em uma posição intermediária (em 12º, com 39 pontos), o comandante pregou respeito ao Vozão.

- O Ceará deve pensar o mesmo, que tem obrigação de ganhar. Em um campeonato como esse temos a obrigação de vencer todas as partidas. Sei que conseguir estes três pontos será muito importante para que consigamos entrar na briga do campeonato - explicou Carpegiani.


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sábado, 23 de outubro de 2010

Dupla de ataque do São Paulo quer primeira vitória

Fernandão está no São Paulo desde maio. Ricardo Oliveira foi anunciado em julho. Mesmo assim, no Brasileirão, eles só começaram três partidas juntos. Contra o Ceará, no domingo, com a grande possibilidade de Dagoberto não entrar em campo, a dupla pode ganhar nova chance. Carpegiani, no treino de sexta-feira, testou os dois juntos pela primeira vez desde que chegou ao clube.

– É uma necessidade. Aconteceu esse problema, então optei pelo Fernandão, que tem características bem diferentes – disse o técnico que, nos três jogos que comandou, usou o camisa 15 durante 33 minutos, contra o Grêmio Prudente.

Apesar da nova chance, a dupla precisa lutar contra um retrospecto negativo. Nos três confrontos, dois empates (contra Atlético-PR e Cruzeiro) e uma derrota no clássico contra o Corinthians. Desde então, em partida realizada no dia 22 de agosto, ambos viveram problemas com lesão, o que acabou os deixando separados.

Com características parecidas, a única vez em que Ricardo Oliveira e Fernandão, juntos desde o início, venceram, foi contra o Internacional, pela Libertadores. No triunfo por 2 a 1, a diferença foi que o camisa 15, mais recuado, atuou no meio. O Sampa foi eliminado. Com os dois na frente, nada de vitória.

– Temos de fazer um jogo de igual para igual contra o Ceará. Se eles vierem com um ritmo forte, nós temos de contra-atacar do mesmo jeito. Não podemos ficar só pausando o jogo e eles nos pressionando – analisou o camisa 99, ao LANCENET!.

O que pode animar a dupla a vencer é que, diante do Ceará, no primeiro turno, foi o único jogo em que os dois marcaram gol. Fernandão entrou e fez o primeiro. Ricardo Oliveira, em sua estreia, marcou dois minutos depois e garantiu o segundo. O rival descontou no fim.

No domingo, a dupla quer, novamente contra o Ceará, brilhar. De quebra, podem criar uma grande dor de cabeça para Carpegiani, que vai contar com mais uma opção.


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Capacidade, habilidade, visão de fogo e faro de gol. Isso os dois tem de sobra. Se forem mesmo jogar juntos, espero que possam dar o seu máximo para o tricolor sair com mais uma vitória!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Em alta, Ricardo Oliveira quer manter boa fase

Ricardo Oliveira não esteve presente na estreia de Carpegiani. De volta no segundo confronto, marcou três gols, os primeiros dele fora de casa com a camisa do São Paulo. Na sequência, diante do Santos, não balançou a rede. Mas, com duas assistências e participação direta no quarto gol, foi novamente decisivo.
– É sempre bom, na minha posição, fazer gols. Mas minha função no time não é só essa, também tenho de ajudar positivamente na parte defensiva e ofensiva. Vou entrar para fazer gol, mas dar dois passes também é algo que me deixaria muito feliz – analisou o camisa 99, ontem.
Com vínculo até o fim deste ano, Oliveira não sabe se vai renovar seu contrato por mais tempo com o Sampa. A vontade é a de permanecer, mas depende de um acerto financeiro entre os envolvidos. Mesmo não garantido em 2011, ele quer garantir vaga na Libertadores.
Com a boa fase, o atacante já chega a falar em Seleção Brasileira. Ele acredita que o fato de estar atuando no Brasil não o deixa fora da disputa por uma vaga no ataque do time de Mano Menezes.
- Jamais, jogando no Brasil, com a competitividade que existe, descartaria (a Seleção). No mundo árabe, sim, porque não tem visibilidade, então descartaria por completo. Pelo São Paulo, fazendo as coisas bem, como acredito, jamais vou descartar. Se haverá uma chance ou não, aí depende do treinador. Claro que me sinto feliz quando há especulações em torno do meu nome.
Como a crescente em seu desempenho teve início após a saída de Sérgio Baresi e a chegada de Paulo César Carpegiani, Ricardo foi questionado no treino da manhã desta quinta-feira acerca da mudança, se teria sido benéfica para o clube.
- Quem sou eu para dizer que valeu a pena ter mudado o treinador. Sou funcionário e tenho de obedecer às ordens. Com o Sérgio os resultados não vieram, e isso que manda. Quando a vitória não vem, os resultados não aparecem, acontecem mudanças no time, no comando... Houve a mudança. Chegou o Paulo, três jogos, três vitórias e um time com outra cara. O importante é que o São Paulo ganha com tudo isso.


Bom, não tenho muito o que falar a respeito do Ricardo Oliveira. Ele é um monstro dentro de campo, bem desempenhando muito bem sua função, vem jogando para o time e conseguindo marcar seus gols. Estamos muito bem servidos no ataque!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Ricardo Oliveira brilha nas assistências e diz que o importante é o "coletivo"

Ricardo Oliveira é reconhecido pela torcida do São Paulo como um competente artilheiro. Porém, na vitória por 4 a 3 contra o Santos, no último domingo (17), o atacante exibiu uma nova virtude: as assistências. O atleta participou de três gols na partida contra o rival e se empolgou com sua fase de "garçom" no Tricolor.

- Minha participação no time não é só marcar gols. Dou opções aos meus companheiros também e, no clássico, eu participei de três gols. Na parte defensiva, quando a gente ficou com um a menos, eu ajudei, corri, marquei... Nosso time é isso. Sempre pensando no coletivo.

No primeiro tento do Tricolor, Ricardo Oliveira ajeitou de cabeça para Dagoberto completar para as redes. No segundo, o camisa 99 fez mais uma assistência para Dagoberto marcar. Já no último gol do São Paulo na vitória por 4 a 3, Ricardo Oliveira exigiu boa defesa de Rafael e, no rebote, Jean mandou para as redes.

- Foi um dia especial para mim, pois foi um clássico histórico e tive a felicidade de participar dos gols e ver a alegria do torcedor na arquibancada.

Para o jogo contra o Ceará pelo Campeonato Brasileiro, no domingo (24), Ricardo Oliveira e Dagoberto estão garantidos na linha de frente do Tricolor, no estádio Castelão.



Sem dúvida, a volta dele foi uma das melhores contratações esse ano. Jogador inteligente, humilde. Tem boa visão de jogo, não é egoísta, sabe jogar para o time e também tem o faro do gol. Ele disse que mesmo que a gente não consiga uma vaga para disputar a Libertadores no ano que vem, ele tem vontade de permanecer na equipe. Espero que isso realmente aconteça, pois ele será muito importante para a busca de títulos em 2011.

domingo, 17 de outubro de 2010

São Paulo 4 x 3 Santos

Em um jogo emocionante, nosso glorioso tricolor paulista conseguiu sair com a vitória! Que, diga-se de passagem, merecidíssima!

Foi um jogo corrido, com várias chances de gol para os dois lados.

Logo aos 3 minutos de jogo, a torcida tricolor viu o garoto Alan Patrick depois de bela jogada, e falha do melhor goleiro do mundo, abrir o placar.

Desanimar? Jamais! 6 minutos depois, nosso reanimado Dagoberto marcou de cabeça, após assistência do grande Ricardo Oliveira.

E não é que 7 minutos depois do empate, o tricolor virou o jogo? Novamente, em assistência de Ricardo Oliveira, Dagoberto fez o segundo dele no jogo e virou o placar para o Tricolor!

Aos 19 minutos, após belo desarme de Ricky e perfeito lançamento do mesmo para Dagoberto, no contra-ataque marcamos mais um. Quem diria, pra quem saiu perdendo, agora tinha virado o jogo e virado bem. Alias o gol não foi do Dagol, Para antes do nosso atacante finalizar, deu um toque na bola e encobriu seu goleiro.

Mas, quando ainda comemorávamos o terceiro gol o mesmo Pará que tinha acabado de fazer gol contra, fez uma bela jogada pela lateral e cruzou, Zé Eduardo sozinho aproveitou o cruzamento e diminuiu para os visitantes.

A partir dai, o jogo deu uma esfriada, mas não deixou de ser emocionante. O zagueiro do Santos, Durval, por duas vezes quase marcou. Mas Rogerio Ceni, se redimindo da falha no primeiro gol, fez grandes defesas. Se redimindo? Não vai, peguei pesado. Rogério Ceni tem credito de sobra.

E o primeiro tempo acabou assim. 3x2 São Paulo.

Começa o segundo tempo, uma alteração no tricolor. Sai Lucas, machucado e entre Renato Silva. Eu não sei ainda o que um jogador do nível dele esta fazendo no São Paulo, mas. Não vou cornetar por que ele não fez nenhuma merda dessa vez.

Rola a bola. Jogo truncado. Muita marcação. Eis que aos 12 minutos, Ricky, sempre ele, faz uma falta grotesca, violenta e desnecessária no Zé Eduardo e leva o segundo amarelo. O primeiro amarelo ele levou ainda no primeiro tempo, por ter chutado a bola pra longe numa falta a favor do Santos.

Com um jogador a mais, os santistas esboçaram uma reação. O tricolor jogava no contra-ataque, porem não tinha ninguém pra fazer a ligação do campo de defesa para o ataque. Então só saia coisa boa quando o Ricardo Oliveira ou Dagoberto pegavam a bola no meio de campo e avançavam praticamente sozinhos.

Aos 26 minutos da etapa complementar, em um pênalti totalmente duvidoso marcado pelo arbitro Sandro Meira Ricci, Neymar empatou o jogo.

E foi só. Com a entrada de Diogo no lugar do Fernandinho e Marlos no lugar do Dagoberto, o São Paulo melhorou nos contra-ataques e passou a dominar a partida, parecendo nem sentir falta do polivalente Ricky.

Criamos boas oportunidades de gol em rápidos ataques, mas a pecávamos na finalização. Foi assim em 2 lances onde Jean perdeu os gols. No primeiro, chutou por cima do gol, no segundo o goleiro santista fez uma grande defesa.

Já nos acréscimos, em outro rápido contra-ataque, Marlos cruzou e Ricardo Oliveira desviou de cabeça. Rafael fez uma grande defesa, mas a bola sobrou limpa e na cara do gol, para então Jean empurrar para o fundo das redes.

Resultado merecidíssimo e que deixa o tricolor mais vivo do que nunca na busca de uma vaga na Libertadores!

Destaques do jogo:

- Lucas/Neymar: as grandes estrelas e destaques dos dois times, hoje não brilharam. O são paulino se preocupou demais em defender na primeira etapa e nada criou, sendo substituído no intervalo por conta de uma lesão. O santista também pouco fez. Os dribles sensacionais não apareceram. E fez um gol de pênalti, em que cobrou muito bem.

- Ricky: como ele consegue ir do céu ao inferno em tão pouco tempo? Vinha de um primeiro tempo magistral, jogando bem no desarme, com um lançamento incrível para o terceiro gol mas ele tinha que mais uma vez entrar afobado num lance e ser expulso. Inacreditável.

- Dagol e Ricardo Oliveira: os nomes do jogo! Os dois fizeram uma partida espetacular. Dagol fez os dois primeiros gols, com assistência de Ricardo Oliveira, e participou do terceiro gol. Ricardo Oliveira além das assistências a Dagol, participou do quarto gol, que saiu após uma bela cabeçada e rebote do goleiro Rafael. Nota 10 para os dois, que estão em grande fase com a chegada do professor Carpegiani.

Bom galera, por hoje é só!

Uma ótima semana a todos nos, e o blog será atualizado diariamente! Portanto, aguardo a visita de todos vocês!